Connections.
29.5.08
8:58 PM
Old Days

Tá bom, era pra esse post sair pro TDB, mas como não sou nem um pouco esquecida perdi o dia (ou a hora, né?)!
A pergunta era: O quê ou quem eu gostaria que ressurgisse (como um fênix.. haha).
E antes mesmo de ler a pauta eu já estava há tempos vasculhando a net atrás de uns programas que eu via quando era pequetitita.
Smurfs, Muppets, TV Colosso, Tartarugas Ninjas, Punky a levada da breca, O Fantástico Mundo de Bobby, Capitão Planeta, Scooby-Doo, Caça-Fantasmas, Os Jetsons, e por aí vai!
Meu pai sempre me mostrou desenhos, filmes e músicas que ele gostava quando tinha a minha idade e alguns deles eu achei BEM estranhos, feios, mal feitos e tudo mais (e olha que eu adoro essas coisas "velhas"). Mas pensando bem agora, são essas coisas caóticas que marcam uma época e te marcam também!
Foram essas coisas que nos transformaram em pessoas que somos hoje. Pode parece absurdo, mas nosso comportamento na infância pesa muito na formação da nossa personalidade e pensando e vendo todas elas de novo a gente se sente bem porque sabe que foi dali que "saímos".
Eu vou chamar de "mãe social" e sei que muita gente vai achar absurdo, mas é isso mesmo! Pensa bem, você não pensa em tudo isto com carinho? Assistir a tudo isto de novo é um conforto pra qualquer um! Vai dizer que você não sente saudades de brincar de Power Rangers? Ou imaginar como seria a vida daqui a X anos, pilotando carros voadores? Ou até imaginando como seria se o seu cão falasse?
Sabe, depois disso tudo acho que até vou prestar mais atenção nessas coisas 'esquisitas' do meu pai. Pode não fazer muito sentido pra mim, mas pra ele tem um significado enorme.
Alguém topa uma sessão de Close Encounters of the Third Kind (Contatos Imediatos do Terceiro Grau)?
1977, oh yeah!
ps.: site muito bom (em inglês)
Retrô Junkps2.: pra quem não sabe, esse ano os Smurfs fazem 50 anos e um filme será lançado em comemoração!
5.5.08
2:12 AM
Nonsense
B.P.(
before post): Uau! Mais de um mês que não apareço (como se isso nunca tivesse acontecido).
Sempre esperei muito das pessoas.
Aliás, sempre idealizei muito as pessoas.
As pessoas, as coisas, os momentos... principalmente os momentos.
E por causa disso, sempre me senti incompleta.
Já me disseram que eu era diferente, só não sabia que era tão diferente assim.
Diferente a ponto de não saber se adequar, de não conseguir descobrir o próprio grupo, se é que essa coisa de grupo existe.
Às vezes não sei se sou eu que sou extremamente diferente e as pessoas extremamente iguais, ou se sou igualmente diferente, me encaixando em pelo menos um detalhe de cada perfil existente.
Talvez isso seja bom, porque assim eu me sentiria especialmente conectada com cada pessoa, não importa seu jeito. E eu gosto disso, gosto de sentir as pessoas.
Gosto de sentir, aliás.
Qualquer coisa.
...
Eu terminaria como comecei, mas minha playlist mudou e Creedence realmente consegue me deixar pra cima.
Então, o que eu queria dizer é que eu sinto falta de alguém (ou alguéns) como eu, quer dizer... não como eu.
Ah, sabe? Alguém com quem eu possa conversar sobre tudo.
Chegar e perguntar:
"O que você acha de morangos?" (ou qualquer coisa banal)
E não ter uma resposta assim:
"Não sei"
Ou:
"Hahaha..."
Ou:
"Que?"
Mas algo mais inspirador, criativo, idiota que seja, mas diferente.
E eu sei que pode ter gente que vai ler isso aqui e achar nonsense, mas me desculpa: eu sou nonsense, minha mente não sabe distingüir o real do ilusório.
E, bem, se você achou realmente nonsense, se enquadra no grupo de pessoas das respostas que eu não gostaria de ouvir.
Obrigada :)
"and I wonder still I wonder who'll stop the rain"